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Computação nas nuvens, muito tem se falado sobre este assunto, mas o que é a computação nas nuvens? Este artigo ira tratar sobre está pergunta e também como está tecnologia está sendo aplicada no brasil.

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A nuvem computacional ou cloud computing é um modelo de computação em que dados, arquivos e aplicações residem em servidores físicos ou virtuais, acessíveis por meio de uma rede em qualquer dispositivo compatível. Basicamente, consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas, semelhantes as nuvens no céu, ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas.

Um problema originado dentro das corporações é o alto custo com Tecnologia da Informação (TI). “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina [1].

Dentro desse contexto, o PC será apenas um chip ligado à internet, a “grande nuvem” de computadores. Não há necessidade de instalação de programas, serviços e armazenamento de dados, mas apenas os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor) para os usuários.

Uma arquitetura em nuvem é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ela deve dispor de uma infra-estrutura para gerenciamento, que inclua funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho.

Corrida pela Tecnologia

Empresas como o Google e a IBM foram os primeiros a iniciar uma grande ofensiva nessa que especialistas chamam de nova fronteira da era digital, ou seja, a Nuvem Informativa (Information Cloud). Aos poucos essa tecnologia vai deixando de ser utilizada em laboratórios, passa a ingressar no universo corporativo e em breve em computadores domésticos.

A Google saiu na frente nessa grande tendência tecnológica, em 2002, softwares de edição de textos, planilhas eletrônicas, correio eletrônico e agendas começaram a ser desenvolvidos para que não fossem baixados .

Esses programas colocados na nuvem computacional são grátis e capazes de ser acessados de qualquer lugar, possivelmente livre de qualquer direito de propriedade.

Essa é uma tendência que vem crescendo cada vez mais, essa utopia passa a ganhar espaço no mundo tecnologico, mas ninguém pode afirmar ainda se dará certo ou não. Guardar arquivos na web, utilizar programas virtuais deixando de lado os computadores domésticos em si e reforçar a idéia que tudo é de todos e ninguém é de ninguém não é uma coisa que seria bem vista por todos.

No Brasil

No Brasil, a tecnologia de computação em nuvem ainda é muito recente. Os primeiros testes foram implementados em 2007, sendo que somente em 2008 começou a ser oferecido comercialmente.

A empresa Katri foi a primeira a desenvolver a tecnologia no Brasil (2002), batizando-a IUGU. Aplicada inicialmente no site de busca de pessoas físicas e jurídicas (Fonelista), durante o período que o mesmo esteve no ar, de 2002 a 2008, seus usuários puderam comprovar a grande diferença na velocidade em pesquisas proporcionadas pelo processamento paralelo. Atualizando para 2009, a tecnologia tem evoluido muito e sistemas funcinais desenvolvidos no início da década, já passam de sua 3ª geração, incorporando funcionalidades e utilizando de tecnologias como Índices Invertidos (Inverted Index).

Referências

Wikipédia – Computação nas nuvens

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written by Felipe Max


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